quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Estado dos Fatos – Família: Casamento melhora a renda



Em verdade, também piora as desigualdades.

Há tempos, existem comentários e sentimentos no sentido de o casamento entre nós e de cada um de nós aumentar ou diminuir o patrimônio do casal, gerando a concentração ou a divisão da renda e do patrimônio do mesmo.

terça-feira, 19 de setembro de 2017

O Estado dos Fatos – Futebol: Cruzeiro sofre mas derrota o valente Bahia



O Mineirão, para mineiras e mineiros, ou Estádio Governador José de Magalhães Pinto, para a oficialidade, foi palco de mais uma vitória do Cruzeiro Esporte Clube sobre o determinado time do Bahia.

1 X 0 foi um placar magrinho, mas essencialmente necessário para as nossas necessidades no Brasileirão, com destino a Libertadores da América Latina, o conjunto de países que falam a linguagem espanhola e o a portuguesa, como o nosso Brasil.

E mais uma Copa do Brasil virá na quarta-feira, 27, para tristeza do Mateus e do Paulo Henrique, ouvindo a são-paulina Mariana dizer: “eu acho é pouco!”

Indago-me!

Por que o desporto em geral, mas também o próprio futebol, fomentam tantas alegrias e tamanhas tristezas?

Talvez, a psicologia do saudoso atleticano Kafunga responda.

Noite de domingo, foi ótimo está lá, no reformado Mineirão!

Eu, Márcia, esposa, Paulo Henrique, filho, Mariana e Lidiane, filhas, e Gustavo, genro, no papel, e na Igreja, a partir de sábado, às 20:00 horas. Faltaram, os filhos Gláucio, mineiro, e Mateus, alagoano. Mas, todos e todas estaremos juntos no sábado à noite, se Deus quiser.

Disseram-me que Ele quer!

Ali, no Mineirão, numa tardezinha de domingo, dos anos 70, recém saído do Camaratuba, no Alagoas, sem poder classificar o sentimento, de uma vez só, assistir aos dois primeiros jogos de futebol da minha sessentona vivência, convivência e sobrevivência.

Era final, com direito à rodada dupla!

Cruzeiro campeão, 2 X 1 no Atlético!

Eis a “máquina” cruzeirense de então:



  O time que venceu o atletico por 2 a 1, na última rodada, no Mineirão. A vitória no clássico que confirmou o título estadual de 1974. Em pé: Nelinho, Moraes, Raul, Darci, Zé Carlos e Vanderlei; Roberto Batata, Palhinha, Eduardo, Dirceu Lopes e Joãozinho.

Até então, só havia ouvido falar de jogo de futebol e algumas poucas vezes ouvi alguma transmissão pela rádio e quando o rádio tinha “carrego”.

Carrego?

Sim!

A pilha daquela época, e de ainda hoje, para quem desfruta da 3ª ou mais idade.

Valeu, noite, como as demais!

Redação: Paulo Bomfim





















segunda-feira, 18 de setembro de 2017

O Estado dos Fatos – Ivan: externa a sua angústia humana



Em nossa segunda noite em Belô, fomos ao teatro. 

Seu nome: Teatro João Ceschiatti, que fica dentro e na parte inferior do prédio do centro cultural Palácio das Artes, localizado na bela e agradável Av. Afonso Augusto Moreira Pena, no centro de Belô, vizinho ao Parque Municipal Américo Renné Giannetti.

A peça teatral assistida foi “Ivan”, em Português. Em cena, dois grandes atores mineiros: Marco Amaral e Gustavo Marquezini, com direção de Cláudio Dias.

O conteúdo de Ivan trata das angústias diárias que atingem a todos e a todas. São sentimentos que, quase sempre, não encontram objetivas respostas também diárias e levam à dimensão e aos cuidados da psicologia e da psicanálise.

Mas são essas angústias e essas inquietações que nos fazem refletir sobre os aparentes “demônios” no agir de cada dia de cada um de nós. São elas que nos fazem resistir, pensar e refletir, dando-nos as estradas a seguir. Se estas – as estradas – forem no sentido de sulear as nossas ações, melhor ainda para a condução do combate às desigualdades e a construção das esperadas e das almejadas felicidades – das minhas e das tuas.

A peça teatral “Ivan” é baseada em passagens do famoso livro ‘Os Irmãos Karamazov’, do escritor russo Fiódor Mikhailovitch Dostoiévski, em linguagem portuguesa ou Фёдор Миха́йлович Достое́вский, em escrita russa.

Segundo o texto de apresentação da peça: ‘A obra dostoievskiana explora a autodestruição, a humilhação e o assassinato, além de analisar estados patológicos que levam ao suicídio, à loucura e ao homicídio: seus escritos são chamados por isso de romances de ideias, pela retratação filosófica e atemporal dessas situações.” 

Diz ainda apresentação que o mencionado livro "Os Irmãos Karamazov, foi considerado por Sigmund Freud como o melhor romance já escrito.”

Valeu essa noite, como as demais!

Redação: Paulo Bomfim