quinta-feira, 9 de março de 2017

CÂMARA MUNICIPAL CUMPRIRÁ A LEI ORGÂNICA DESTE MUNICÍPIO



E assim poderá efetivar a transparência legislativa?

Terminará em 30, próximo, o prazo para o Prefeito remeter à Câmara Municipal a prestação de contas, em verdade o Balanço Municipal, referente ao exercício de 2016.

Eis o que determina a Lei Orgânica de São Sebastião em seu artigo 33: parágrafo 1º:

As contas deverão ser apresentadas (pelo Prefeito à Câmara) até noventa dias (31 de março) do encerramento do exercício financeiro (31 de dezembro)”, anterior.

Apresentada a prestação de contas ou o Balanço Municipal, um resumo daquela, à Câmara, a Presidenta desta deverá colocá-la à disposição da sociedade e também informar à população que isto está sendo feito e que qualquer cidadão ou cidadã ou entidade poderá apresentar escritos questionamentos.

Eis o que determina o parágrafo 3º da nossa Lei Orgânica:

Apresentadas as contas, o(a) Presidente(a) da Câmara as (as contas) porá, pelo prazo de sessenta dias, à disposição de qualquer contribuinte, para exame e apreciação, o qual poderá questionar-lhes a legitimidade, na forma da Lei, publicando edital.”.

Recebidas as contas da Prefeitura e postas elas à disposição do povo e das entidades, depois de fluídos os 60 dias para manifestação da sociedade, as contas ou o Balanço Municipal e os escritos questionamentos, se houverem, devem ser remetidos ao Tribunal de Contas do Estado para elaboração do técnico parecer(relatório) sobre as mesmas.

Eis o que determina o parágrafo 4º da Lei Orgânica são-sebastiãoense:

Vencido o prazo do Parágrafo anterior (3º, os 60 dias), as contas e as questões (manifestações escritas) levantadas serão enviadas ao Tribunal de Contas, para emissão de parecer prévio.

Se não cumprir às determinações legais, a Presidência da Câmara Municipal pratica ato de improbidade administrativa e mesmo possível crime de responsabilidade. Duas das irregularidades político-administrativa-legislativas mais faladas atualmente.

Portanto, a partir de 1º (de verdade ou de mentira?) de abril, a Presidenta da Câmara deverá estar divulgando à população que o Balanço Municipal, resumo da prestação de contas, está à disposição da população pelo prazo de 60 dias, para quaisquer escritas manifestações, de elogios, inclusive.

Todavia, aqui na Terra da Renda de Bilro, estas determinações da Lei Orgânica Municipal nunca foram cumpridas, mesmo esta Ongue de Olho em São Sebastião havendo comunicado o fato irregular ao TCE e aos ministérios públicos, de Contas e Estadual.

Fazendo justiça e rememorando boas atitudes, apenas a saudosa vereadora “Maria do Leite”, quando Presidenta do Legislativo, entregou a cópia do Balanço Municipal e de cada Lei Orçamentária Anual sem quaisquer empecilhos ou artifícios para fugir ao dever funcional-parlamentar.


E assim poderá efetivar a transparência legislativa?

Terminará em 30, próximo, o prazo para o Prefeito remeter à Câmara Municipal a prestação de contas, em verdade o Balanço Municipal, referente ao exercício de 2016.

Eis o que determina a Lei Orgânica de São Sebastião em seu artigo 33: parágrafo 1º:

As contas deverão ser apresentadas (pelo Prefeito à Câmara) até noventa dias (31 de março) do encerramento do exercício financeiro (31 de dezembro)”, anterior.

Apresentada a prestação de contas ou o Balanço Municipal, um resumo daquela, à Câmara, a Presidenta desta deverá colocá-la à disposição da sociedade e também informar à população que isto está sendo feito e que qualquer cidadão ou cidadã ou entidade poderá apresentar escritos questionamentos.

Eis o que determina o parágrafo 3º da nossa Lei Orgânica:

Apresentadas as contas, o(a) Presidente(a) da Câmara as (as contas) porá, pelo prazo de sessenta dias, à disposição de qualquer contribuinte, para exame e apreciação, o qual poderá questionar-lhes a legitimidade, na forma da Lei, publicando edital.”.

Recebidas as contas da Prefeitura e postas elas à disposição do povo e das entidades, depois de fluídos os 60 dias para manifestação da sociedade, as contas ou o Balanço Municipal e os escritos questionamentos, se houverem, devem ser remetidos ao Tribunal de Contas do Estado para elaboração do técnico parecer(relatório) sobre as mesmas.

Eis o que determina o parágrafo 4º da Lei Orgânica são-sebastiãoense:

Vencido o prazo do Parágrafo anterior (3º, os 60 dias), as contas e as questões (manifestações escritas) levantadas serão enviadas ao Tribunal de Contas, para emissão de parecer prévio.

Se não cumprir às determinações legais, a Presidência da Câmara Municipal pratica ato de improbidade administrativa e mesmo possível crime de responsabilidade. Duas das irregularidades político-administrativa-legislativas mais faladas atualmente.

Portanto, a partir de 1º (de verdade ou de mentira?) de abril, a Presidenta da Câmara deverá estar divulgando à população que o Balanço Municipal, resumo da prestação de contas, está à disposição da população pelo prazo de 60 dias, para quaisquer escritas manifestações, de elogios, inclusive.

Todavia, aqui na Terra da Renda de Bilro, estas determinações da Lei Orgânica Municipal nunca foram cumpridas, mesmo esta Ongue de Olho em São Sebastião havendo comunicado o fato irregular ao TCE e aos ministérios públicos, de Contas e Estadual.

Fazendo justiça e rememorando boas atitudes, apenas a saudosa vereadora “Maria do Leite”, quando Presidenta do Legislativo, entregou a cópia do Balanço Municipal e de cada Lei Orçamentária Anual sem quaisquer empecilhos ou artifícios para fugir ao dever funcional-parlamentar.

Produção: Ongue de Olho em São Sebastião-AL
Contatos – Imeio: ongdeolhoss@bol.com.br – Blogue: onguedeolho.blogspot.com
Redação: Paulo Bomfim (Conselheiro Municipal de Controle Social em São Sebastião)
Data: 8 de março - Dia Internacional da Mulher - de 2017

quinta-feira, 2 de março de 2017

A 3ª SESSÃO LEGISLATIVA ORDINÁRIA ACONTECERÁ NESSA 6ª FEIRA?

A 1ª Sessão Legislativa Ordinária de 2017 aconteceu em 15-2, quando o dia e o horário da sessão foram mudados. 

Todavia, no que seria o novo dia da sessão, na sexta-feira, 24-2, a mesma não aconteceu.

Por quê?

Pelo que se sabe, todos os trabalhadores e todas as trabalhadoras trabalharam na sexta, 24 e, depois, caíram na folia momesca.

 Por que os nossos 10 vereadores e as nossas 3 vereadoras, apesar de ganharem tão bem, folgaram na sexta-feira, 24-2?

Na sexta-feira, 3-3, será que todos e todas comparecerão?  

POR QUE TIRARAM A FARMÁCIA DO HOSPITAL?



No Sábado de Carnaval, 25-2, o programa radiofônico "Debate na Salomé" recebeu a ligação de Luís Araújo de Amorim, conhecido por “Luiz da Doação”. Segundo ele: precisou de atendimento de urgência no hospital deste Município e para lá se dirigiu.

Enquanto esperava para ser atendido, conversando com outros pacientes, tomou conhecimento que a farmácia que ali fornecia medicamentos para os pacientes - ou “farmácia do hospital” - tinha sido transferida para o prédio da Secretaria de Saúde. Ora, uma mudança dessa impede o acesso das pessoas aos medicamentos ou, no mínimo, dificulta bastante o recebimento da medicação, concluiu Luís Amorim.

Como essa é uma questão que diz respeito a maioria da população de São Sebastião, a reportagem da Salomé procurou apurar o fato. Assim, na Segunda de Carnaval, 27, esteve na residência do Luís da Doação para entrevistá-lo sobre o ocorrido.

“Após ser muito bem atendido pelo médico, perguntei ao doutor: esse medicamento eu vou pegar na farmácia aqui ou eu vou ter que comprar?”

O médico disse: esse primeiro você vai ter que comprar porque a farmácia não está funcionando mais aqui. Infelizmente! Esse medicamento você poderia achar na farmácia, só que tiraram a farmácia daqui caladamente.

“Sem consultar até os profissionais da área da saúde, que aqui trabalham. Se você quiser esse remédio daqui para domingo vai ter que comprar. Nem na segunda-feira (de Carnaval) você vai ter. Pois a farmácia só vai funcionar depois do Carnaval”.

Segundo Luís Amorim, o próprio médico deixou claro ser um absurdo tirar a farmácia de urgência-emergência de dentro do hospital, onde funcionava praticamente 24 horas e levá-la para o prédio da Secretaria, que funciona só de segundo a sexta.

No momento do atendimento estavam cerca de 5 pessoas. Elas também se manifestaram contrários à mudança da farmácia, “inclusive, foi marcado para irmos falar com a imprensa”.

Por que tiraram a farmácia de dentro do hospital, perguntou a reportagem? Tiraram a farmácia de lá simplesmente porque quiseram tirar, sem a opinião de nenhum médico ou funcionário da saúde, respondeu o senhor Luís.  A farmácia deve retornar ao seu local de origem.

O prefeito Zé Pacheco ou o Secretário Erivânio Curtinho devem ser humildes e voltarem a farmácia, pois era no hospital que ela servia e razoavelmente atendia a população nos momentos de precisão, arrematou ele. “A pessoa precisa da farmácia e dos medicamentos é no momento em que ela é atendida no hospital e não depois ir pegar na Secretaria, até porque ela (a farmácia) pode está fechada, à noite ou em algum fim de semana ou mesmo feriado”, disse Luís.

Teve uma mulher, residente no povoado Malhada da Onça, região Oeste do Município, que o medicamento que o doutor passou para ela custava R$49,00. Na farmácia municipal ela poderia pegar gratuitamente.

Após a história vir à tona, a reportagem conversou com diversas pessoas para tentar descobrir a real motivação da mudança. Não conseguiu! Mas percebeu que há muita desconfiança no ar, inclusive que a mudança poderia servir para aumentar as vendas de remédios nas farmácias. Uma das pessoas, até ligada à administração, insinuou que a família do Secretário seria uma das mais beneficiadas com a venda de medicamentos, em detrimento das demais farmácias.

Enfim, nessa absurda história político-administrativa, a prejudicada é a população em geral e especialmente o povo eleitor.

Eis o lenga a lenga que não se esperava acontecer entre dois médicos: os adeptos do prefeito-médico Zé Pacheco acusam o secretário-médico Erivânio Curtinho pela triste mudança. Os adeptos do Secretário acusam o Prefeito.

E agora... José?, perguntaria o saudoso poeta.

ESCURIDÃO TOMA CONTA E POVO PERGUNTA PELO DINHEIRO DA CARA COSIP?

Todas e todos lembram-se a luta que foi barrar a cobrança da Tip e depois da Cosip por alguns anos. Realmente, muita gente se mobilizou e depois esmoreceu.

É verdade que muita gente até gostaria de esquecer quais os vereadores e as vereadoras aprovaram o projeto e qual prefeito o sancionou.

No entanto, todos os mês a conta de energia elétrica não permite que ninguém esqueça o seu alto valor, até porque se "esquecer" o fornecimento de energia será cortado.

Agora mesmo pagando, a escuridão voltou a reinar em determinadas localidades de São Sebastião. Por que será?