quinta-feira, 28 de março de 2013

RADIODIFUSÃO COMUNITTÁRIA FAZ CONGRESSO

Em Santana do Ipanema, nos dia 13 e14 de abril, acontece o VI Congresso de rádios e de tevês comunitárias do Estado de Alagoas. O evento está gerando muita expectativa de comunicadores e comunicadoras, que atuam em praticamente uma centena de emissoras de rádios comunitárias e em torno de 5 tevês.
A Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária em Alagoas (Abraço-AL) está desenvolvendo um grande esforço para realizarmos esse Congresso, pois as dificuldades financeiras e humanas são enorme, informa Jonas Melo, Coordenador Estadual da entidade.
Segundo ele, a categoria espera contar com o apoio de alguns gestões municipais, bem como do Governo Estadual, pois o Governo Federal tende a coloborar com o Congresso Nacional da entidade.

domingo, 24 de março de 2013

Quando o governo estadual esteve em Santana do Ipanema, descobriu-se que o governo estadual não paga aos produtores de leite o valor correto por cada litro, apesar da fala do governador Teotônio Vilela.


A descoberta aconteceu após o Governador anunciar que iria mandar aumentar o preço por litro para R$1. O governo nacional paga R$0,89 por cada litro e o governo do Estado deveria arcar com a diferença.

Como são fornecidos 80 mil litros de leite por dia, a diferença de R$0,11 por cada litro, gera uma diferença de R$8.800,00, que não entra no bolso dos pequenos produtores e o governo estadual não explica onde o dinheiro vai parar.

As informações chegadas a este Fórum, por um produtor de Poço da Trincheiras, teriam sido divulgadas na Uneal, em Santana do Ipanema, e em colunista da na imprensa da região..

Texto: Fórum de Controle de Contas Públicas em Alagoas

SATUBA – ASSASSINOS DE PAULO BANDEIRA SERÃO JULGADOS QUASE DEZ ANOS DEPOIS DE PRATICAREM O CRIME

Os autores do assassinato do professor Paulo Bandeira serão julgado na semana que vem em Maceió. Serão julgados, como autor intelectual do crime – aquela pessoa que mandou cometê-lo – o ex-prefeito de Satuba, Adalberon de Moraes, e como autores materiais – aquelas pessoas que executaram fisicamente o crime – os policiais militares Ananias Oliveira Lima e Geraldo Augusto Santos Silva.


O promotor de justiça Marcos Mousinho diz que se o “Conselho de Sentença” ou o corpo de jurados ou as 7 pessoas que participarão do Conselho de Sentença ou do corpo de jurados, analisar os fatos e não for influenciado pelos argumentos da defesa, os réus serão condenados a penas severas, pois as provas do assassinato existem.

Histórico – Paulo Bandeira era professor em Satuba, município da Região Metropolitana de Maceió, e denunciava a desvio de dinheiro do Fundo de Manutenção e de Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização dos Trabalhadores na Educação. Em razão das denúncias o então Prefeito, que é acusado também de outros crimes, teria mandado queima vivo o professor, sendo o crime praticado pelos policiais militares.

A viúva, o filho e a filha de Bandeira lutam e esperam que os assassinos sejam condenados a penas severas. Na luta para ver a justiça acontecer, têm recebido apoio do Sinteal e da Adufal, bem como de outros entidades da sociedade civil.

Infelizmente, só após a prática do crime, o Município de Satuba recebeu diversas investigações das instituições de controle. Todavia, a Comissão de Cidadania de Satuba, diz que o Tribunal de Contas de Alagoas não divulgou os pareceres prévios sobre as gestões municipais, em especial do Adalberon de Moraes, mesmo após a prática do crime.

Texto: Fórum de Controle de Contas Públicas em Alagoas



HELLEN MAKILAREM ESTEVE EM SÃO SEBASTIÃO E FOI ENTREVISTADA PELA SALOMÉ FM

A compositora e também cantora pernambucana, de Garanhuns, que reside em Maceió, Hellen Makilarem, esteve visitando São Sebastião, ontem à noite, fazenda a divulgação de seu Compacto Disco (CD) “Cigana da Noite”, seu primeiro trabalho “solo”.


Na oportunidade, Hellen estava acompanhada pelo Produtor Musical, Dorgival, por Vieira, presidente do sindicato dos artistas alagoanos Sated), e pelo senhor Cícero Félix, residente em Teotônio Vilela, para aonde a caravana se dirigia.

Hellen foi, então, entrevista pela rádio comunitária Salomé, durante a apresentação do programa “Noite do Brega” pelo comunicador Manoel Avelino. Durante a entrevista, que durou em torno de duas horas, a cantora Hellen respondeu a diversas perguntas dos ouvintes, formuladas por intermédios dos telefones da emissora ou pessoalmente nos estúdios da Salomé.

Inúmeros CDs também foram sorteados pelo programa a pessoas que telefonaram ou que compareceram aos estúdios. Durante a entrevista, Hellen Makilarem fez algumas “capela”, a pedido dos ouvintes.

Um de seus shows está programa para Maceió, no Oráculo, em 10-05-2013.

Respondendo a perguntas do apresentador de Noite do Brega, Makilarem informou que carreira solo, significa a apresentação da cantora sozinha no palco, apenas com o acompanhamento dos músicos, mas podendo haver a participação de outros integrantes vocais. Não há apresentação de outros integrantes cantores, com nas bandas ou nos conjuntos musicais.

A capela acontece quando a cantora apresenta a letra da música e a canta apenas com a voz, sem o uso de instrumentos musicais.

Participaram da entrevistas Maria Cícera, Rosilene, Zé Dias, Maria Zilda, Mariano Manoel Pernambucano, Zé da Magal, João da Rosa, Célio Roberto, Paulo Bomfim, André (Guitarrista), Amélia Neto, Daniel Oliveira, Aberaldo, Paulo Henrique, José Alves Neto, Marcelo Amorim, dentre outras pessoas.

Todos e todas que fazem a Salomé FM desejam a Hellen Makilarem sucessos!

Texto: Ongue de Olho em São Sebastião

PARA REFLETIR DESSE DOMINGO DEBATEU A INCLUSÃO PREVIDENCIÁRIA E SEUS RESULTADOS

O programa da rádio comunitária Salomé FM “Para Refletir” deste Domingo de Ramos debateu “A Inclusão Previdenciária: suas consequências e seus resultados”. A trilha sonora foi o Compacto Disco (CD) “Grande Encontro de Repentistas”, gravado em João Pessoa, na Paraíba.


O programa Para Refletir é apresentado pelo comunicador Paulo Bomfim, aos domingos, a partir das 10:00 horas.

O programa debate algum tema importante para despertar ou reforçar o conhecimento da sociedade, bem como algum tema polêmico, com o objetivo de esclarecer e possibilitar a formação de uma consciência sem preconceito e ética.

Os últimos temas debatidos foram: o estupro de vulneráveis; o controle social popular; a Lei Maria da Penha, como fundamento de combate à violência contra a mulher; a renúncia do papa Bento XVI; a água como fonte de vida e o planejamento urbano, dentre outros temas.

Texto: Ongue de Olho em São Sebastião

domingo, 17 de março de 2013

DESDESABAFAR PRECISO É

Muitas coisas chamam-me a atenção. Mas duas delas são, diria, motivos para desdesabafar, sem perdão do correto neologismo. Uma é o fato da grande maioria dos articulistas alagoanos, com as exceções de praxe, não nominar os alagoanos e as alagoanas responsáveis pelos nossos tristes índices socioeconômicos.

Quem, desatento, leu ou ler os publicados artigos pode pensar que a culpa é dos céus ou dos infernos e jamais de nós, alagoanos ou alagoanas. Se mais desatento ainda, poderá ser induzido a achar que a culpa é, e tão-somente, dos políticos e das políticas.

Outra, que me faz escrever esse desdesabafo, se bem intuo o sentido da expressão é a falta de escolarização, pois entendo “educação” numa ampliada dimensão de, no mínimo, “educação de berço”, “educação profissional”, “educação geral” ou mesmo “educação afetiva”, com li recentemente.

Seria a falta de escolaridade pressuposto da desonestidade, como dão a entender diversos artigos e falas que tratam a desescolarização como fundamento dos desvios dos recursos públicos?

Então, seria dos desescolarizados a culpa pelas malezas alagoanas?

De logo, aviso que esse fato incomoda-me desde que, em São Paulo, lia e ouvia dos diversos naipes da elite paulistana que a culpa era de nós, “do Norte’. Ali descobri que eles não-conhecem e não-reconhecem o Nordeste brasileiro. Ou apenas praticam ou falam sobre a indústria do chamado “turismo sexual”, onde as nossas “morenas” têm sempre o bumbum exposto a sugerir inconfessadas práticas sodômicas e a pose sexualizada como instrumento de alimento para a lascívia.

Também ali, ainda desescolarizado, vivia, sobrevivia e convivia.

Um aperreio só!

E injuriado, ficava!

Então resolvi ler alguns números sobre os votos que elegiam determinadas figuras naquele Estado e na capital bandeirante. Assim, percebi que a culpa era, quase sempre, deles, segmentos das elites, paulista e paulistana, todos graduados e pós-graduados, e nunca de nós, nortistas ou nordestinos desescolarizados ou semiescolarizados.

Hoje, 16-03-2013, no jornal Gazeta de Alagoas, na página “Opinião”, li e reli – e gostei! - do “DESABAFO” escrito por Rafael Feitosa d’Almeida, mas que, como outros, não nominou as pessoas responsáveis pela produção dos tristes índices que ali certeiramente mencionou.

Mas, traindo-se ou induzido por outros escritos e falas, culpou os desescolarizados. Com o perdão da minha “pouca leitura”, foi assim que compreendi a frase “O que o povo precisa é de educação.”, como se os desescolarizados fossem os culpados pelos desvios de recursos públicos que serviriam para, se não “acabar, nunca!”, com certeza minorar o sofrimento e o medo que ataca a gente alagoana, como o próprio jornal tem noticiado.

Não tenho dúvidas!

Se bem utilizados fossem, os dinheiros públicos produziriam mais igualdade social e redistribuição de renda, desafogando os presídios e extirpando o medo de quem tem pequeno patrimônio a perder.

O nó!

Ora, os roubos dos dinheiros públicos, que faltam ao combate dos mencionados e péssimos índices socioeconômicos alagoanos, são praticados pela indústria da graduação e da pós-graduação desaetificada e desonesta, que embasa o neoliberal ter, mesmo em excesso, e não o ser, do bem viver.

Não!

Ora, os roubos dos dinheiros públicos, municipais, estaduais, distritais e federais em Alagoas – e País afora - não são espécies de crimes famélicos ou de alguma bagatela, mas frutos do estimulo ao acúmulo de capital, para suposto viver bem.

Assim, creio!

Mesmo já pertencendo a essa fauna escolarizada.

Percebo que nas operações das policiais e nos processos, judiciais ou administrativos, os “desvios” são praticados por gente escolarizada ou por pessoas semialfabetizadas, mas cercadas por pessoas graduadas e pós-graduadas.

Os doutores!

Por conseguinte, gente bem escolarizada!

E não por alguém a quem não foi dada a oportunidade de estudar ou apenas teve a chance de semialfabetizar-se para justamente servir.

Portanto, a culpa não é da falta de escolarização!

Mas...

E a honestidade e a ética, supostamente disseminadas no ambiente dos escolarizados, ficaram onde?

Poderão ter sido perdidas na própria indústria da (des)“educação”!

Sem apologia às práticas criminosas, o número de desescolarizado que atenta contra o patrimônio é alto. Todavia, o montante roubado, com certeza, é ínfimo, se considerados os milhões levados por larápios bem escolarizados.

Finalmente, sou deseducado ou desescolarizado, mas, por favor, não me acusem mais.

Pedimos nós, o povo.

Obrigado!

>José Paulo do Bomfim é são-sebastiãoense e neste Município vive e convive, sendo Técnico Judiciário na Vara do Trabalho de Santana do Ipanema, no Médio Sertão alagoano, onde o Canal do Sertão parece que não vai chegar a tempo de ali os atuais viventes alimentarem-se daquela água. Imeio:josepaulobomfim@bol.com.br

Muitas coisas chamam-me a atenção. Mas duas delas são, diria, motivos para desdesabafar, sem perdão do correto neologismo. Uma é o fato da grande maioria dos articulistas alagoanos, com as exceções de praxe, não nominar os alagoanos e as alagoanas responsáveis pelos nossos tristes índices socioeconômicos.


Quem, desatento, leu ou ler os publicados artigos pode pensar que a culpa é dos céus ou dos infernos e jamais de nós, alagoanos ou alagoanas. Se mais desatento ainda, poderá ser induzido a achar que a culpa é, e tão-somente, dos políticos e das políticas.

Outra, que me faz escrever esse desdesabafo, se bem intuo o sentido da expressão é a falta de escolarização, pois entendo “educação” numa ampliada dimensão de, no mínimo, “educação de berço”, “educação profissional”, “educação geral” ou mesmo “educação afetiva”, com li recentemente.

Seria a falta de escolaridade pressuposto da desonestidade, como dão a entender diversos artigos e falas que tratam a desescolarização como fundamento dos desvios dos recursos públicos?

Então, seria dos desescolarizados a culpa pelas malezas alagoanas?

De logo, aviso que esse fato incomoda-me desde que, em São Paulo, lia e ouvia dos diversos naipes da elite paulistana que a culpa era de nós, “do Norte’. Ali descobri que eles não-conhecem e não-reconhecem o Nordeste brasileiro. Ou apenas praticam ou falam sobre a indústria do chamado “turismo sexual”, onde as nossas “morenas” têm sempre o bumbum exposto a sugerir inconfessadas práticas sodômicas e a pose sexualizada como instrumento de alimento para a lascívia.

Também ali, ainda desescolaizado, vivia, sobrevivia e convivia.

Um aperreio só!

E injuriado, ficava!

Então resolvi ler alguns números sobre os votos que elegiam determinadas figuras naquele Estado e na capital bandeirante. Assim, percebi que a culpa era, quase sempre, deles, segmentos das elites, paulista e paulistana, todos graduados e pós-graduados, e nunca de nós, nortistas ou nordestinos desescolarizados ou semiescolarizados.

Hoje, 16-03-2013, no jornal Gazeta de Alagoas, na página “Opinião”, li e reli – e gostei! - do “DESABAFO” escrito por Rafael Feitosa d’Almeida, mas que, como outros, não nominou as pessoas responsáveis pela produção dos tristes índices que ali certeiramente mencionou.

Mas, traindo-se ou induzido por outros escritos e falas, culpou os desescolarizados. Com o perdão da minha “pouca leitura”, foi assim que compreendi a frase “O que o povo precisa é de educação.”, como se os desescolarizados fossem os culpados pelos desvios de recursos públicos que serviriam para, se não “acabar, nunca!”, com certeza minorar o sofrimento e o medo que ataca a gente alagoana, como o próprio jornal tem noticiado.

Não tenho dúvidas!

Se bem utilizados fossem, os dinheiros públicos produziriam mais igualdade social e redistribuição de renda, desafogando os presídios e extirpando o medo de quem tem pequeno patrimônio a perder.

O nó!

Ora, os roubos dos dinheiros públicos, que faltam ao combate dos mencionados e péssimos índices socioeconômicos alagoanos, são praticados pela indústria da graduação e da pós-graduação desaetificada e desonesta, que embasa o neoliberal ter, mesmo em excesso, e não o ser, do bem viver.

Não!

Ora, os roubos dos dinheiros públicos, municipais, estaduais, distritais e federais em Alagoas – e País afora - não são espécies de crimes famélicos ou de alguma bagatela, mas frutos do estimulo ao acúmulo de capital, para suposto viver bem.

Assim, creio!

Mesmo já pertencendo a essa fauna escolarizada.

Percebo que nas operações das policiais e nos processos, judiciais ou administrativos, os “desvios” são praticados por gente escolarizada ou por pessoas semialfabetizadas, mas cercadas por pessoas graduadas e pós-graduadas.

Os doutores!

Por conseguinte, gente bem escolarizada!

E não por alguém a quem não foi dada a oportunidade de estudar ou apenas teve a chance de semialfabetizar-se para justamente servir.

Portanto, a culpa não é da falta de escolarização!

Mas...

E a honestidade e a ética, supostamente disseminadas no ambiente dos escolarizados, ficaram onde?

Poderão ter sido perdidas na própria indústria da (des)“educação”!

Sem apologia às práticas criminosas, o número de desescolarizado que atenta contra o patrimônio é alto. Todavia, o montante roubado, com certeza, é ínfimo, se considerados os milhões levados por larápios bem escolarizados.

Finalmente, sou deseducado ou desescolarizado, mas, por favor, não me acusem mais.

Pedimos nós, o povo.

Obrigado!





>José Paulo do Bomfim é são-sebastiãoense e neste Município vive e convive, sendo Técnico Judiciário na Vara do Trabalho de Santana do Ipanema, no Médio Sertão alagoano, onde o Canal do Sertão parece que não vai chegar a tempo de ali os atuais viventes alimentarem-se daquela água. Imeio:josepaulobomfim@bol.com.br