quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

CÂMARA SÃO-SEBASTIÃOENSE FICA ENTRE AS PIORES NO ÍNDICE DE TRANSPARÊNCIA DO NUDEPAT


Com a divulgação da matéria (http://fcopal.blogspot.com/2018/11/como-sabido-e-reclamado-camaras.html) sobre a pontuação da avaliação do índice de (in)transparência das 102 câmaras municipais de Alagoas surgiu um zunzum muito grande em diversos municípios alagoanos, no sentido de o porquê as câmaras ser intransparentes.

Para a grande maioria delas, 95, a pontuação de cada legislativo ficou a desejar. Foram classificadas com transparência moderada, insuficiente, ruim, crítica e até inexistente. Apenas 7 das 102 câmaras foram classificadas com transparência desejada, conforme determina a legislação sobre transparência administrativa.

São Sebastião e os municípios vizinhos não ficaram com as suas câmaras entre as 7 que compuseram o 1º grupo, "desejado". Não obtiveram 80 ou mais pontos. No 2º grupo, o "moderado", aparecem 4 câmaras Junqueiro, Teotônio Vilela, Coruripe e Arapiraca. No 3º grupo, o de transparência "insuficiente", aparece as câmaras de São Sebastião, com 53,0 pontos, e a de Penedo, com 58,5 pontos. No 4º grupo surgem com transparência "ruim" as câmaras de Porto Real do Colégio e de Feira Grande. No grupo 5º grupo, o "crítico" aparece o histórico Igreja Nova.

Na tabela a seguir leia a pontuação, a classificação entre as 9 câmaras vizinhas, o grupo em que foram classificadas no estudo do Nudepat e o duodécimo(custo) anual ou a arrecadação(receita) anual de cada câmara em 2017. Pergunte qual o duodécimo(custo) para 2019, pois o orçamento está em cada câmara para ser votado e aprovado ou não, ou até mesmo devolvido à prefeitura para ela adequar o mesmo à legislação. Qual foi o duodécimo(custo) desse ainda 2018? Houve divulgação?

Câmara
Pontuação
Classificação
Custo-Receita
Grupo
Região
Geral
São Sebastião
53,0
56ª
1.983.796,22
insuficiente
Junqueiro
73,5
22ª
não-informado
moderado
Teotônio Vilela
70,5
30ª
1.668.254,42
moderado
Coruripe
77,5
12ª
4.980.916,21
moderado
Penedo
58,5
52ª
não-informado
insuficiente
Igreja Nova
4,0
96ª
2.206.099,16
crítico
Porto Real do Colégio
25,0
85ª
1.557.252,81
ruim
Feira Grande
29,0
81ª
1.518.422,32
ruim
Arapiraca
72,0
25ª
12.300.537,00
moderado

Esta Ongue e outras entidades têm divulgado relatos que demonstram que as gestões do Executivo e do Legislativo são-sebastiãoenses não são das melhores ou sequer médias, considerando-se os índices divulgados, inclusive esse do Nudepat. Os fatos irregulares ou mesmo nitidamente estranhos, de gestões de lá ou daqui, têm sido "denunciados" ou comunicados a órgãos competentes há tempos, mas não se notam claros procedimentos para combater as possíveis irregularidades.

O mais estranho é que o TCE (Tribunal de Contas Estadual) todos os anos deve fazer o julgamento das chamadas "contas de gestão" ou de cada câmara municipal. Mas não se percebe a apuração das diversas irregularidades, às vezes, alegadas até mesmo por algum(a) parlamentar. Nota-se, sim, um “silêncio de ensurdecer” a respeito do tema em grande parte da mídia.

A receita, em 2017 da Câmara de São Sebastião só foi inferior à das de Arapiraca, Coruripe e Igreja Nova. No levantamento feito pelo Nudepat (Núcleo de Defesa do Patrimônio Público), do Ministério Público de Alagoas, a pontuação da Câmara de São Sebastião deixou a mesma classificada com transparência "Insuficiente", ficando, mesmo no 3º grupo, em antepenúltima classificação entre as 28 câmaras deste, e na classificação geral na 56ª colocação entre as 102 câmaras. Leia a classificação regional e geral dos demais legislativos municipais.

As administrações de Junqueiro e Penedo não remeteram o Balanço Municipal e demais documentação contábil para o Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público, mantido pela Secretaria do Tesouro Nacional. Na referida “ferramenta não há como verificar-se o custo das respectivas câmaras, segundo informações obtidas por telefone. A citada ferramenta reúne informações contábeis dos municípios alagoanos. Ressalta-se que a fiscalização do envio das informações é uma das obrigações de cada câmara municipal.

PROMOTORIA DE JUSTIÇA FAZ CÂMARA PUBLICAR A COMPOSIÇÃO DAS

COMISSÕES LEGISLATIVAS PERMANENTES


As ações da Promotoria de Justiça desta Comarca, órgão do Ministério Público Estadual, fez a Câmara Municipal divulgar a composição de cada Comissão Legislativa Permanente.

O parágrafo único, do artigo 47, do Regimento Interno da Câmara, diz que "As Comissões Permanentes são as seguintes: de legislação, justiça e redação final"(sic); de finanças e orçamento(sic); de obras e serviços públicos(sic); de educação, saúde e assistência(sic)."

No entanto, só foi informada a composição de três comissões: Comissão Legislativa Permanente de Legislação, Justiça e Redação Final (CLJR); Comissão Legislativa Permanente de Finanças, Orçamento e Fiscalização (CFOF); Comissão Legislativa Permanente de Obras e Serviços Públicos (COSP). 

A composição da outra comissão não foi informada. Assim, a população continua ainda sem saber quem compõe a Comissão Legislativa Permanente de Educação, Saúde e Assistência(CESA).

A CLJR é composta pela vereadora Rosângela dos Santos Lima, Presidenta, e pelos vereadores Rosivaldo Antônio dos Santos("Neno Isidoro"), Relator, e Marconi Celestino dos Santos, membro.

A CFO tem na sua composição os vereadores Rosivaldo Antônio dos Santos("Neno Isidoro"), Presidente, e Manoel Marcelino da Silva ("Manoel do Gongo"), membro, e pela vereadora Odete Alves dos Santos, Relatora.

A COSP é composta pelos vereadores Gilberto Cirilo da Silva, Presidente, e José Éliton Alves da Silva (Eliton Curtinho"), Relator, e Manoel Silvânio Santos ("Vando Canabrava"), membro.

Quando a Câmara divulgar os nomes dos integrantes da CESA) esta matéria será atualizada.

terça-feira, 4 de dezembro de 2018

DINHEIROS PARA O TRANSPORTE ESCOLAR

QUE ESTÁ PARALISADO POR MÁ GESTÃO 

Da Prefeitura e por má atuação da Câmara Municipal. Enfim, (in)ações da Prefeitura e da Câmara que deixaram milhares de alunos e de alunas sem aula.

O fato causa revolta a pais e a mães, mas que também eles e elas não reclamam publicamente. São três (in)ações que fazem com que quase ninguém neste Estado saiba o que está acontecendo nesta Terra da Renda de Bilro, com o transporte escolar.

As falhas (in)ações são: a suspensão das aulas em si mesmo; a má gestão da Prefeitura e a inexistente fiscalização da Câmara; também a omissão dos próprios pais e das próprias mães, e de cada um(a) de nós que vemos nossos queridos entes, filhos e filhas, sobrinhos e sobrinhas, irmãos e irmãs, cunhados e cunhadas, tios e tias, amigos e amigas, avós e avôs etc. prejudicados.

Mas nos sentimos incapazes de publicizar as reclamações e a muito comentada revolta para, além mar. Aqui e acolá.

Com a divulgação da matéria: "IRREGULARIDADES NO TRANSPORTE ESCOLAR FAZ ALUNOS FICAREM SEM AULAS
                                                           EM SÃO SEBASTIÃO, POR CERCA DE 10 DIAS", no bloque do Fórum de Controle de Contas Públicas (http://fcopal.blogspot.com/2018/11/irregularidades-no-transporte-escolar.html) e a divulgação pela rádio comunitária Salomé FM, inclusive com a leitura da matéria divulgada pela Assessoria de Comunicação do Ministério Público, surgiu uma pergunta.

Será a falta de dinheiro para a Prefeitura "ajeitar" ou para a Câmara fiscalizar que faz o transporte escolar ficar à mercê da sorte ou, melhor, da intervenção de terceiros, no particular, do Ministério Público Estadual ou Federal?

Bem!

Com a divulgação da suspensão das aulas, em razão da falta de transporte escolar, essa questão dos dinheiros para essa ação político-administrativa tornou-se muitíssima relevante. A responsabilidade é dos governos nacional, estadual e municipal.

Será que há dinheiros para o transporte escolar?

Depende do pensar de cada um(a).

O governo nacional faz o seu “apoio” via Programa Nacional de Apoio ao Transporte Escolar (PNTE). Em 2017, foram mais de R$350.060,55; até novembro de 2018, já são um pouco mais R$418.729,90. Para 2019, segundo o pLOA, o valor será de R$445.650,80.

O governo estadual manda a sua contribuição via Geite (Gestão Integrada de Transporte Escolar). Em 2018, são R$754.030,20. Para 2019, segundo o pLOA, o Estado repassará R$1.091.097,00.

No pLOA para 2019, o governo municipal informa quanto investirá em transportes escolar:R$3.500.000,00 para a “aquisição de transporte escolar”. 

Estranho achou? Observe que o valor é o mesmo desse ano de 2018.

Apesar de haver uma estranha licitação para a contração de 60 veículos escolares, que somados aos 12 amarelinhos, já totalizam 72 veículos escolares. No entanto, para piorar a situação, não se sabe se há a real e a correta utilização dos 72 veículos, pois nem o procedimento licitatório e nem a relação dos veículos são divulgadas à sociedade são-sebastiãoense.

Portanto, eu + você + pais + mães + alunos e alunos + pessoas que sabem da importância da escolarização na época própria, vamos nos mobilizar, propor, politizar, publicizar, tematizar e fiscalizar as questões referentes ao transporte escolar.

Assim, poderemos estar exercendo a nossa aparentemente desconhecida cidadania-ativa.

QUE NOSSO COMPROMISSO em 2019 seja que os alunos e as alunas tenham transporte escolar de qualidade.

De logo, eu digo que cumprirei a minha obrigação-dever.

E você?

NÃO DEIXE MILHARES DE ALUNOS E DE ALUNAS SEM AULA.

SÓ ISSO!?

sábado, 1 de dezembro de 2018

MPF DIVULGA O RESULTADO DA PROVA SUBJETIVO PARA ESTÁGIO

O Ministério Público Federal(MPF) divulgou os nome dos candidatos aprovados na prova subjetivo da seleção de estágio para alunos de Administração e de Comunicação Social.

Foram aprovados 10 concorrentes, sendo 6 mulheres e 4 homens. São ,
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