Sistema de Esgoto que, na grande maioria dos municípios não existe, e que em alguns pouquíssimos municípios é existente. Porém, não funciona nada ou não funciona adequadamente, apesar da pouquíssima extensão da “rede de esgoto”.
Em resumo, alagoas tem 102 municípios. Destes, em 74 já ocorreu as vendas dos sistemas de abastecimento d’água e de esgoto. Em 73 a privatização ou a venda foram integrais. Em 1, em Arapiraca, a venda ou a privatização foi parcial.
Dos 74, 73 foram vendidos para empresas “externas” e em 1, Município Flexeira, a venda foi realizada para uma empresa criada pela família da então Prefeita, segundo informações lá colhidas pessoalmente.
Em todos os municípios o resultado das vendas ou das privatizações foi péssimo. Assim, podemos concluir, pois, em 28 deles, pessoalmente, e em mais 23, por contato telefônico com moradoras ou moradoras, os resultados são péssimos.
Quanto ao Sistema d’Água, as reclamações: pioras na qualidade da água e na quantidade, com a constante falta d’água; e alto valor das tarifas, variável (do consumo de cada residência ou mês) e fixa (“de manutenção do próprio sistema”).
Quanto ao Sistema de Esgoto, as reclamações são: o alto valor de sua “taxa”, que é de 80% do valor de cada consumo; a inexistência do próprio esgoto tarifado, na grande maioria dos casos, ou a não funcionalidade adequada, nos pouquíssimos casos de o que seria o existente esgoto.
Para a sociedade em geral, segundo uma professora ouvida em Tanque d’Arca, e um taxista, ouvido em Joaquim Gomes, não há efetivas explicações.
Mas apenas versões, ditas pelas empresas, por cada atual administração, buscando isentar-se das responsabilidades, ou pelo sindicato dos trabalhadores e das trabalhadoras nos respectivos serviços. “nem o Ministério Público” consegue esclarecer, ouviu-se.
“Se houvesse interesse deles (de envolvidos), seria só marcar uma reunião ou uma audiência em uma escola (municipal ou estadual, a depender do tamanho do auditório ou da sala) e convidar a população, lideranças” populares etc.. “Mas não fazem isto”, arrematou.
Também, em nenhum dos municípios que vendeu os mencionados sistemas e recebeu milhões, houve prestação de contas e, aparentemente, posicionamento do TCEAL (Tribunal de Contas do Estado Alagoas), motivos por que algumas pessoas chegam a falar em conluio.
No entanto, ante ao que se condicionou chamar de falta d’água, em verdade mau funcionamento dos serviços de abastecimento d’água, pois a água existe e bastante, nessa data, 22-10-2026, esta Ongue e a Rádio Comunitária Salomé FM, frequência 105,9 MHz, retomaram ou reiniciaram debate, agora virtual ou semipresencial, sobre essa antiga, desde 1996-1997, “Questão sobre o Abastecimento d’Água neste Município.
Hoje, além de informes gerais dessa, foi ouvido o vereador Vando Canabrava, que, como quase à unanimidade da população acha, o ‘problema’ da água não é resolvido por descaso de gestões municipais e mau atuar legislativo, durante décadas.
Por
fim, o mediador deste debate, comunicador comunitário Paulo Bomfim, que esteve presente ao mesmo ainda no 2º meado dos anos noventa, informou que o debate irá continuar, a partir das 11:00
horas, nas terças-feiras e nas quintas-feiras, com exceção de amanhã, sexta-feira, 23-10-2026, como o objetivo de recolocar, recuperando e rememorizando essas lutas e a questão integralmente para toda a atual população são-sebastiãoense, cuja grande parte não acompanhou os debates daquela já longa época.



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